Você é capaz de decifrar essa?

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Bagagens, paletós dobrados por sobre a cadeira, garrafinha de água mineral sem gás deixada pela metade, latinha de Coca-Cola vazia, Eduardo Cidade, homenzarrão de retumbante sotaque santa-mariense, e eu, juntos, à mesa de uma lanchonete do aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis. Eu lendo, Cidade conferindo seu celular. A pergunta é: o que teria feito vir conosco e ter parado ali, em cima da mesa que nos separava, um saquinho transparente, carregando consigo um absorvente interno de um laranja reluzente? Essa eu duvido. Façam suas apostas.

Advertência — só pra não causar muita expectativa e pôr em risco valiosas noites de sono: claro que a resposta será bem menos surpreendente do que foi pitoresca a cena descrita na lanchonete e seguinte, na esteira de embarque, de um funcionário da Infraero aguardando eu tomar de volta de sua bandeja plástica meu pertence incomum.

Juliano RigattiVocê é capaz de decifrar essa?
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